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Gestão de Pessoas - O maior Desafio dos Líderes e Gestores

Por: Ary Silveira Bueno   28/04/2014 - 04h55m


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I - INTRODUÇÃO
 
A atuação no meio corporativo há tempo deixou de ser espaço para empreendedores somente determinados, voluntariosos. Ela requer profissionalismo em tudo e em todas as áreas, quanto a custo, legal/jurídico, tributário, contábil, financeiro, econômico, marketing, vendas e especialmente quanto a recursos humanos – RH.
 
Se uma das áreas não funcionar a contento, desde micro à grande empresa, entidades do terceiro setor, empresas públicas, podem incorrer em efetivo risco e até se sucumbir. Há exemplos e recentes.
 
Mitigar riscos não é obrigação, é dever de toda a alta administração.
 
Quem pode dar conta de tanta exigência? Profissionais capacitados.
 
Como atender a toda essa demanda? Com Profissionais comprometidos.
 
Como ajudar líderes e gestores, no difícil e desafiador processo de comandar competentes e comprometidos profissionais? Com muito trabalho e gestão profissionalizada.
 
 
II – PESQUISA MUNDIAL SOBRE GESTÃO DE PESSOAS
 
A seguir o resultado de pesquisa mundial, a qual pode contribuir com líderes e gestores, os quais muitas vezes ficam em palpos de aranha, diante de tanta demanda.
 
Esse pequeno artigo é motivado pela matéria do Jornal Valor Econômico de 27 de março de 2014, página D3, a qual tem como título: Um dos maiores desafios do RH ainda é a formação de líderes.
 
A matéria se baseia em importante pesquisa feita pela empresa Deloitte, junto a 2.500 líderes de RH de empresas, em 94 países, sendo 40 executivos do Brasil.
 
Nessa pesquisa, os líderes de consultoria e gestão de capital humano da Deloitte, Brett Walsh e Jeff Schwartaz, dizem que é preciso ser um imã de talentos e não apenas pagar os melhores salários – conforme o Jornal Valor.
 
Eis o resumo divulgado pelo Valor, com base na referida pesquisa:
 
Trabalho no século XXI – Como gerenciar a área de RH nos próximos anos
 
Liderar e desenvolver:
 
1) Desenvolver líderes em todos os níveis da organização, com rapidez e por meio de programas globalizados;
 
2) Redefinir o aprendizado corporativo, compartilhando conhecimento on-line por ferramentas colaborativas e redes sociais;
 
3) Implantar um novo modelo de gestão de desempenho, que deve substituir sistemas de classificação rígida que preveem apenas uma avaliação anual;
 
4) Capacitar a força de trabalho, localizando e desenvolvendo talentos em meio à competição global por escassas competências técnicas e profissionais.
 
Atrair e engajar:
 
5) Revisar a captação de talentos e as ações de recrutamento, que requerem o uso cada vez maior de redes sociais;
 
6) Ir além da retenção e fazer da empresa um imã de talentos;
 
7) Aliar diversidade a uma cultura de inclusão;
 
8) Resgatar funcionários sobrecarregados, com o intuito de aumentar a produtividade individual e melhorar o desempenho geral.
 
Transformar e reinventar:
 
9) Requalificar a equipe de RH, que precisa compreender melhor como o negócio e o mercado funcionam;
 
10) Implementar recursos de analytics (análise de tráfego na internet) na área de recursos humanos;
 
11) Usar a computação em nuvem para integrar sistemas de RH, gerenciar talentos e reformular o recrutamento;
 
12) Definir práticas globalizadas para atrair, reter e gerenciar talentos.
 
 
III - CONCLUSÃO
 
Em ano de Copa do Mundo, cabe a analogia entre o meio corporativo e o futebol: Nada de zona de conforto, que o diga nos últimos dias os times - Santos e Barcelona, ambos derrotados em seus campeonatos, e o primeiro pelo Ituano de Itu, onde tudo é grande. Grande conquista do Ituano.

 
Ary Silveira Bueno, Contador, auditor e Diretor da ASPR
 




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